11-11-2004

Viabilização

A ler o Paulo Querido sobre a política portuguesa de expansão da internet. Se o PQ tivesse uma pequena empresa dedicada à produção de música, livros, artes plásticas, cinema ou outra qualquer mais nobre actividade, o que aqui afirma seria pacífico. Assim talvez soe estranho a alguns, e nem todos dos mais anti-estatistas. Principalmente quando urge um pequeno investimento.

Honestamente, sem pedinchice ou estadodependência, acho que um apoio estatal ao desenvolvimento da rede bloguística portuguesa seria mais do que "mainstream" ao seu comportamento no domínio da "produção de conteúdos" [horrorosa expressão, mas fica assim mesmo]

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